Diagnósticos


- A acne na mulher adulta
A acne juvenil é um problema comum, atingindo cerca de 80% dos adolescentes. Ocorre devido a uma maior produção de sebo, produzido pelas glândulas sebáceas, o que desencadeia cravos e espinhas em regiões como a face, o dorso e o peito. No entanto, a acne também pode atingir mulheres que já passaram pela adolescência. Se for esse o caso, alguns aspectos devem ser observados para que o tratamento seja adequado e eficaz.

- Excesso de oleosidade
Existe uma tendência natural da pele ir ficando mais ressecada com o passar do tempo. No entanto, para algumas mulheres, às vezes, a pele oleosa persiste e isso é acompanhado de poros dilatados e da presença de cravos e espinhas. Para esse grupo, existe uma maior atividade das glândulas sebáceas, o que justifica uma oleosidade mais intensa nestas áreas. 

Tratamento:
O dermatologista atua no sentido de minimizar e/ou eliminar o excesso de oleosidade e suas conseqüências. Medicações locais e sistêmicas, aliadas a peelings químicos, feitos no consultório do médico, são as melhores alternativas para um tratamento que, em geral, dura entre quatro a seis meses.

- Hormônios em rebuliço
Quando as lesões de acne localizam-se no terço inferior da face e pescoço, geralmente, o caso é de acne hormonal. Neste caso, existe a participação de hormônios masculinos, que atuam diretamente na glândula sebácea e estimulam uma maior produção de sebo. É comum este tipo de acne estar associado a outros sinais característicos. São eles: excesso de pêlos, oleosidade intensa do couro cabeludo e queda de cabelo. 

Tratamento:
Antes de iniciar o tratamento, o médico deve solicitar uma avaliação hormonal, feita a partir de exames laboratoriais, e ultra-sonografia ovariana. Esses exames irão detectar se a disfunção é de origem ovariana ou das supra-renais (glândulas produtoras de hormônios masculinos). É freqüente encontrar em testes laboratoriais, resultados normais, o que pode ser traduzido como uma “sensibilidade” aumentada aos próprios hormônios circulantes. Para solucionar o problema, costuma-se orientar uma terapia com medicamentos anti-hormônios masculinos, além de medicações locais esfoliantes e renovadoras da pele.

- Emoções à flor da pele
Por último, uma mulher adulta pode queixar-se de uma vermelhidão no centro da face e perceber alguns pontos inflamados no local. A pele não é necessariamente oleosa e costuma piorar com a ingestão de bebidas alcoólicas, fatores emocionais, alteração de temperatura ambiente, entre outros. Nesta ocasião, estaremos diante de um quadro de acne rosácea, cuja causa é desconhecida.

Tratamento
A pele freqüentemente é acometida por dermatoses que têm características especiais e que, portanto, carecem de avaliação criteriosa e abordagem adequada, para que seja possível indicar o melhor tratamento.

O assunto é quase um tabu, no entanto a queda de cabelos na mulher existe e necessita cuidados que devem ser introduzidos o quanto antes. A calvície feminina tem origem genética, podendo ser herdada de ambos os lados da família. Em geral, começa a ser notada por um afinamento difuso dos fios de cabelo. O problema é mais acentuado no topo do couro cabeludo e raramente ocorre perda de cabelos na linha frontal da cabeça, como é freqüente nos homens. Este afinamento dos fios é lento e progressivo, ocorrendo um pouco antes dos 50 anos. Para metade das mulheres afetadas, no entanto, pode ocorrer entre 12 e 40 anos de idade. Clinicamente, porém, sabe-se que a diminuição dos cabelos só é observada quando já houve perda de 30% dos cabelos da região.

Tratamento 
O primeiro passo no tratamento da queda de cabelos feminina deve ser uma ampla abordagem da paciente. É preciso afastar outros fatores que levam à perda de cabelos, tais como: alterações da tireóide, carência do mineral ferro, problemas hormonais, má qualidade da alimentação e uso de medicações que induzem à queda de cabelos. 

Uso de loções capilares, medicamentos e um bom diálogo entre médico e paciente é fundamental para esclarecer dúvidas e preocupações. Isso é extremamente importante para uma orientação realista em relação à calvície feminina.

A calvície, ou alopecia androgenética, é um transtorno que afeta homens e mulheres. Porém, a incidência no sexo masculino é maior. Este distúrbio, geneticamente determinado, é progressivo. Existe um padrão típico de queda para o homem, determinado pela participação direta do hormônio masculino no processo. Com isso, quando há determinação genética, os fios do cabelo vão afinando gradativamente.

O diagnóstico é feito a partir de uma análise clínica por observação do padrão de queda e antecedentes familiares. O tratamento consiste em aplicação local de substâncias que estimulam a volta do crescimento dos fios. Outro procedimento é a associação de medicação sistêmica, que atua inibindo a ação hormonal no folículo piloso (matriz onde nasce o pêlo).

Vale lembrar que, associada à calvície, outras causas podem contribuir para a queda, entre elas, carência de ferro, alterações da glândula tireóide, estresse e infecções. Portanto, quando há suspeita de algum destes problemas, tais fatores também devem ser pesquisados pelo médico.

Uma vez instituído o tratamento, este deve ser continuado indefinidamente, pois sua interrupção provoca rápida reversão ao quadro da calvície.

O câncer de pele é uma das doenças que mais preocupam os médicos na atualidade devido a sua incidência, cada vez mais numerosa. A valorização estética do corpo bronzeado, a partir da década de 60, foi fator determinante para o aumento de casos. A radiação solar provoca menor resposta imunológica da pele que, por sua vez, fica mais vulnerável ao aparecimento do câncer. Enquanto que na década de 30 as estatísticas apontavam um caso de câncer de pele para cada 1.500 pessoas, no ano 2.000, a taxa subiu de um para cada 90 pessoas.

Entre os vários tipos de tumores de pele, os carcinomas representam entre 70% e 80% das ocorrências, enquanto o câncer de pele mais terrível, o melanoma, de 5% a 7%. Atualmente a maioria dos tipos de câncer pode ser tratada e curada, quando diagnosticada cedo. Por isso é importante saber a diferença entre eles:

Carcinoma basocelular – É o mais freqüente (65% do total) e tem baixa malignidade. Está relacionado à radiação UVB, que predomina entre 10 e 14h. As pessoas de pele clara são as mais sujeitas a este tipo de câncer. Aparece na forma de nódulo ou ferida que não cicatriza e seu crescimento é lento. Surge normalmente nas áreas do corpo mais expostas ao sol, como face, braço e colo.

Carcinoma espinocelular – Sua freqüência é de cerca de 15% dos tumores cutâneos. Está relacionado, muitas vezes, a cicatrizes de queimadura ou asperezas causadas pelo sol. Começa em geral com uma lesão avermelhada e áspera que vai aumentando de tamanho e sangra com facilidade. É mais comum no sexo masculino. Pode dar metástase (quando o câncer acomete outros órgãos).

Melanoma maligno – É o mais perigoso dos tumores cutâneos e acomete, principalmente, pessoas entre 30 e 60 anos. Sua incidência vem aumentando em todo o mundo. A grande maioria surge a partir de sinais escuros (nevos), mas pode ocorrer também numa pele sem lesões. O melhor jeito de se prevenir é manter o hábito de observar as pintas com freqüência (auto-exame), além de visitar um dermatologista, uma vez por ano.

ATENÇÃO: procure um dermatologista com urgência quando reparar alterações em uma pinta. Mudança de cor, forma e tamanho, assim como sangramento ou aparecimento de lesões nas adjacências são indícios de que podem existir problemas. 
 

Quem pode desenvolver câncer de pele

- Pessoas de pele clara (sempre se queimam, nunca se bronzeiam)
- Pessoas com pintas e sinais no corpo
- Tendência familiar. Quando há casos de parentes que tiveram câncer cutâneo, o risco aumenta.
- Indivíduos que se expõem por tempo prolongado ao sol. A radiação tem efeito cumulativo ao longo da vida. Por isso, a chance de o problema ocorrer no idoso é grande.

Em 95% dos casos, a celulite se manifesta na puberdade e isso não é mera coincidência. Um dos maiores responsáveis pelo seu surgimento é o hormônio feminino estrogênio que, nessa fase, está em hiperatividade. A hereditariedade também tem seu papel de peso nessa história: se a sua mãe tem celulite, você é fortíssima candidata a sofrer com o mesmo mal. Além desses dois vilões, conheça outros fatores secundários:

Estilo de vida: fumar (a nicotina estreita os vasos), beber (o álcool incha as células gordurosas), viver uma rotina estressante (o estresse altera o sistema hormonal), ter má postura e usar roupas muito apertadas são inimigos mortais da saúde e da beleza.

Má alimentação: adotar dietas ricas em gorduras ou carboidratos ou manter maus hábitos alimentares – como comer muito à noite e pouco durante o dia – aumentam a síntese e o armazenamento de gorduras. Tomar pouca água e abusar do sal também dificulta a troca de líquidos do organismo.

Vida sedentária: a falta de atividades físicas diminui o consumo de energia pelo corpo, levando à transformação das sobras alimentares em gordura.

Problemas circulatórios: quem tem varizes ou vasos rompidos precisa tomar precauções extras, já que isso é um sinal de que a troca de substâncias fundamentais entre vasos sangüíneos e células está comprometida.


Tratamentos

Drenagem linfática - A drenagem linfática foi desenvolvida em 1932 pelo fisioterapeuta dinamarquês Emile Vodder. O método foi aprimorado e hoje é amplamente usado para atenuar a celulite e também no pré e pós-operatório de cirurgias plásticas.

Quando a circulação como um todo não funciona direito, o corpo fica carregado pelo excesso de líquidos, que não consegue absorver. Na maioria das vezes, o corpo sinaliza com cansaço e peso nas pernas, provocado pela retenção de água.

Em contrapartida, o sistema linfático é fundamental para manter a boa circulação e a eliminação de toxinas. O momento mais importante da sessão de drenagem linfática é o bombeamento dos gânglios linfáticos. É que eles agem como bueiros, que mandam o líquido da linfa para os nossos rins, que irão eliminá-lo através da urina. 

A drenagem linfática otimiza o sistema linfático, seguindo um trajeto específico do corpo, que orienta o ritmo e sentido dos movimentos de pressão. A drenagem normalmente começa nas extremidades dos pés e das mãos e vai subindo - seguindo o sentido do retorno venoso - até chegar aos gânglios e fazer o seu bombeamento, por meio de uma leve pressão. Isso faz a linfa retida ser escoada.

A drenagem linfática pode ser realizada manualmente, no entanto a tecnologia permitiu o desenvolvimento de aparelhos que realizam a massagem mecânica de modo eficaz e preciso como por exemplo com o aparelho CELLUTEC. O tratamento costuma ser indicado em combinação com outras técnicas, como a mesoterapia e por ser adotado em todos os graus.

Muitos cirurgiões plásticos recomendam a drenagem linfática como um importante tratamento pós-operatório. É que a pele traumatizada pela cirurgia plástica tende a acumular muito líquido, ficando inchada. Feita de forma suave, a massagem ajuda a desinchar. É bastante eficaz após a lipoaspiração (braços, pernas, abdome) assim como após um lifting facial. 

Mesoterapia - Injeções de substâncias aplicadas nos locais afetados para quebrar as células gordurosas e melhorar a circulação sangüínea, facilitando a sua reabsorção e diminuindo o edema. 

VELA SHAPE II – a perfeita combinação de pressão negativa, infravermelho e radiofrequência  em um único aparelho para o  tratamento da celulite. Esta combinação aumentara a circulação veno-linfatica, aumentara a oxigenação do tecido, aumentara a contração das fibras colágenas já existentes e estimulara a formação do novo colágeno. O resultado será a diminuição do grau da celulite e a correção do aspecto casca de laranja.

 

Elas aparecem principalmente no bumbum, seios, braços e barriga. Mesmo quando são bem fininhas, incomodam bastante. Felizmente, existem formas de suavizá-las.

Afinal, o que são estrias?

Elas ocorrem por distensão da nossa pele, que tem um limite de elasticidade. Quando a pele não suporta estirar tanto, acaba esgarçando e provoca um rompimento das fibras de colágeno e de elastina (que sustentam a pele) da região afetada.


Onde aparecem?

Os locais mais freqüentes para a mulher são nos quadris, mamas, parte externa da coxa e bumbum. Nos homens elas surgem em geral no dorso, na altura da região lombar.


Estrias brancas e vermelhas

É muito fácil reconhecer a pele com estrias. A cor e textura dela ficam diferentes do resto do corpo. Quando está instalada há algum tempo, o local fica mais claro e com espessura mais fina do que a pele saudável. Quando o processo está muito no início, entretanto, a estria é avermelhada e se assemelha a um vergão. Quando observar uma estria assim, já sabe: internamente, está ocorrendo um processo de cicatrização semelhante ao que ocorre de quando nos machucamos. O sistema de defesa do nosso organismo está enviando maior fluxo de sangue para o local e, por isso, a pele fica com aquele vergão. 

O que causa o aparecimento das estrias?

Como quase todos os problemas de beleza, a determinação genética é a grande questão: cada pessoa tem maior ou menor capacidade de elasticidade da pele. Quando o órgão não acompanha o crescimento, a estria aparece. Mas, isso não explica todo o fenômeno. Crescer muito rápido, aumento do volume das mamas num pequeno período ou ainda engordar são causas freqüentes que colaboram com seu surgimento num curto espaço de tempo. Exercícios físicos que levam ao aumento da massa muscular também podem originar estrias.


É possível prevenir o aparecimento das estrias?

Sim. Para isso é preciso controlar muito bem o peso, com uma alimentação saudável e a prática de exercícios físicos. A aplicação diária de cremes hidratantes também ajuda. Assim, a pele fica hidratada, evitando que o tecido se rompa.


Tratamentos

Antes de tudo é preciso uma boa avaliação médica para afastar uma possível causa hormonal. O uso de substâncias que renovam o colágeno aplicadas no local, associadas a peelings químicos ou lasers não ablativos, podem configurar ótimas opções de tratamento. Vale lembrar que existem variações em relação à extensão da área acometida, locais de surgimento e tipo de pele. Assim, é importante uma avaliação individualizada, para que a dermatologista proponha a melhor forma de tratamento.

É uma infecção causada pelo vírus Herpes virus hominis tipo I. Existem duas variações. O herpes tipo I acomete face e tronco. O tipo II está relacionado a infecções na área genital e é transmitido sexualmente.

Muitas vezes o primeiro contato com o vírus do herpes ocorre na infância. Na ocasião, ele se aloja em um gânglio cervical e fica latente. Vários fatores podem reativá-lo, tais como: exposição solar intensa, infecções e febre, cansaço físico e mental e demais condições que diminuam a resistência do organismo.

Manifestação

Surgem pequenas bolhas, mais freqüentemente nos lábios e genitais. A pele do local fica avermelhada e sensível. Nesta fase, o herpes é contagioso e demora em torno de dez dias para desaparecer.

Prevenção

Se tiver predisposição ao herpes labial, sempre que tomar sol, aplique protetor solar labial.

Durante o tratamento

- O medicamento indicado pelo médico vai variar de acordo com a intensidade do quadro. Pode ser utilizada medicação antiviral, via oral ou tópica.
- Não beijar até que as feridas fechem, no caso da localização do herpes ser labial.
- Evite relações sexuais no caso de herpes genital.
- Quando o problema reincidir com freqüência, é possível solicitar ao médico um tratamento específico para espaçar as crises.

Atualmente é possível eliminar pequenos vasos da face, as chamadas manchas vinho do porto, e também os hemangiomas sem injeções ou cirurgia. O tratamento mais moderno é não invasivo e utiliza luz pulsada de alta energia.

É o chamado laser não ablativo, que atua por meio de um cristal que, em contato com a pele, destrói seletivamente os vasos sanguíneos. O laser não ablativo é indicado para remover sinais vasculares de nascimento, como manchas vinho do porto, além de rosácea e hemangiomas. Todos são vermelhos, rosa ou de tonificações variadas dentro da cor vermelha e tem origem congênita. 

Esses sinais desenvolvem-se com a idade ou como resultado de acidentes ou medicações. Sua aplicação envolve pulsos de luz, semelhantes ao disparo do flash de uma câmera fotográfica. O paciente sente calor no local, sendo necessário, em alguns casos, um creme anestésico.

Ocorre um clareamento geralmente após o segundo ou terceiro tratamento, mas o número de sessões necessárias varia caso a caso.

A sessão dura de 15 a 20 minutos e, após seu término, a área pode ficar um pouco avermelhada. Pode ainda surgir um inchaço local. Essas reações desaparecem depois de alguns dias.

Para se submeter ao tratamento, o paciente não pode estar bronzeado, nem tomando medicamentos que interajam com a luz. Por isso, na fase de tratamento é importante evitar exposição solar e sempre aplicar um fotoprotetor solar antes de sair de casa.

As olheiras são resultado de dois fatores que agem conjuntamente. A ação da melanina (pigmento que dá cor à pele) somada à microcirculação local é o que causa o escurecimento da região. Como a pele abaixo dos olhos é muito fina, o conjunto de vasinhos acaba se evidenciando. As olheiras são mais freqüentes em pessoas de pele morena que fabrica maior quantidade de melanina.

Tratamento

Dependendo do tipo da olheira, ela pode ser tratada e quase que totalmente eliminada. Uma ótima opção terapêutica é a utilização do Photoderm, um sistema a laser que utiliza luz pulsada de alta energia. A vantagem é que o Photoderm não remove o tecido e nem prejudica a pele da região, agindo somente sobre o pigmento. Outra vantagem é que sua ação estimula a derme a formar um novo colágeno, aumentando o tônus da pele e fazendo com que fique mais bonita e jovem.

Para amenizar a coloração das olheiras também podem ser realizadas sessões de Erbium Yag, laser que promove evaporação da célula e remove o excesso de pigmento. O Erbium Yag também estimula um novo colágeno.


Outra opção é o tratamento com cremes ou medicamentos de uso local com substâncias calmantes e clareadoras. Mas é bom saber que essas alternativas só servem para amenizar o problema.

Dica: Em casa, para atenuar as marcas, o jeito é fazer compressas geladas de camomila. Saiba, porém, que a estratégia é apenas uma medida paliativa, não soluciona o problema. O corretivo, usado na maquiagem, também pode ser usado para disfarçar as olheiras.

Se a quantidade é excessiva e/ou encrava, principalmente na região da virilha e nas axilas, a depilação definitiva com o laser é a melhor opção.

Depilação definitiva com Laser de Diodo Lightsheer

A depilação definitiva de última geração remove pêlos indesejáveis, sendo indicada para todos tipos de pele, das brancas às negras e bronzeadas. Ou seja: quando comparado a outros tipos de laser para depilação, o Laser de Diodo Lighsheer é o único capaz de tratar todos os tons de pele.

É aplicado com pulso de alta intensidade, sendo absorvido pela melanina (o pigmento que determina a coloração) do pêlo, localizada nos folículos pilosos e na haste do pêlo.

O laser emite um pulso, longo, porém com duração de uma fração de segundo, capaz de vaporizar e destruir o folículo piloso. Com isso, tem grande eficácia até mesmo na remoção de fios espessos, em peles escuras. O processo, por conseqüência, destrói ou impede, de modo significativo, o crescimento do pêlo. Outra vantagem do equipamento é que graças ao sistema de ponteira gelada, a pele fica isolada e protegida. Com isso, o tratamento não deixa marcas nem cicatrizes.

O laser elimina, principalmente, os pêlos que estão na sua fase ativa de crescimento. Por isso, podem ser necessárias outras aplicações do Lightsheer para concluir a depilação definitiva. Cada sessão de depilação pode durar de alguns minutos a uma hora ou mais. Para a remoção total dos pêlos recomenda-se de 3 a 4 sessões.

É um excesso de tecido cutâneo que surge no local de um trauma ou sobre uma cicatriz cirúrgica, marca de vacina, acne etc. Pode surgir na região das costas, do peito, no lóbulo da orelha, entre outras, e são inicialmente lesões rosadas e moles, tornando-se esbranquiçadas e duras posteriormente. O quelóide não regride espontaneamente.

Há uma predisposição individual para o seu aparecimento, no entanto, negros e mestiços costumam ser mais predispostos.

Tratamento

Felizmente, há algumas opções terapêuticas para suavizar ou eliminar o quelóide. São elas:

- Infiltração com cortisona - nela pequena quantidade deste ativo atua como potente antiinflamatório. 
- Criocirurgia – com o congelamento do quelóide, é possível reduzi-lo. No entanto, existe a possibilidade de surgirem manchas no local tratado.
- Laser – é utilizado para reduzir a vermelhidão da lesão. Quando associado à infiltração permite bom resultado cosmético.

Homens e mulheres sempre querem retardar ou amenizar o aparecimento de rugas e marcas de expressão. Atualmente, a dermatologia estética tem muito a oferecer para minimizar a ação do tempo.

Rejuvenescimento facial

Para prorrogar a juventude da pele, há dois principais conselhos: dermatologia preventiva e lembrar sempre que o sol é o grande inimigo. É preciso usar sempre fotoproteção (filtro solar), mesmo nos dias chuvosos.

A partir dos 20 anos já devem começar os cuidados para manter a pele sempre jovem, com aspecto leve.


Tratamentos:

- Sistêmico (feito por via oral)

Vitaminas – além de estimular a fabricação de colágeno, têm efeito fotoprotetor. Devem ser associadas ao tratamento tópico (produtos que são passados na pele). A clínica da Dra. Ana Lúcia Recio utiliza um complexo vitamínico exclusivo, o Pool Anti-Aging, desenvolvido a partir de um estudo americano, que agrega antioxidantes, sais minerais e aminoácidos para o rejuvenescimento.

- Tópico (produtos utilizados na pele)

A clínica Ana Lúcia Recio adota substâncias variadas nas fórmulas que são prescritas para obter os melhores resultados nos tratamentos. Exemplos de algumas substâncias indicadas e de seus principais efeitos:

Ácido glicólico, retinóico, retinaldeído, e retinol – Espessar a epiderme. É o que dá o brilho e a cor, o viço cutâneo, ao mesmo tempo em que dá uniformidade à coloração cutânea.

Dmae, Densiskin – são firmadores cutâneos. Estimulam a fabricação de colágeno, o que sustenta a pele e dá firmeza.

Ácido hialurônico, aloe Vera, láctil, extrato de caviar, óleos vegetais – Atuam como hidratantes e podem ser usados junto com fotoprotetor durante o dia. Impedem a perda de água, formando filme protetor à pele.

Elastinol, matrixyl – são renovadores celulares.


- Outros tratamentos realizados na clínica Ana Lúcia Recio:

Para o rejuvenescimento da face e do pescoço:

- Botox e preenchedores cutâneos - suavizam marcas de expressão.
- Peelings químicos e lasers não ablativos (não promovem o lixamento da pele) - melhoram a textura, cor e brilho cutâneos e também removem manchas solares.
- Therma Cool - tratamento de última geração, com tecnologia de ponta e que acaba de chegar ao Brasil. Trata a flacidez por aquecer a derme, estimulando assim a reorganização do colágeno dérmico e estimulando a formação de um novo


Manutenção para a face e para o pescoço:

- Peelings de cabine - Sessões de hidratação com peelings muito suaves feitos por esteticistas. Essas sessões, conhecidas como “peelings de cabine”, criados pela clínica da dra. Ana Lúcia Recio, não impossibilitam a vida social e potencializam o tratamento feito em casa. Por serem suaves, podem ser feitos em qualquer estação do ano. Podem ser agregados à drenagem linfática, massagem cutânea e máscaras hidratantes e firmadoras, com hidratantes de última geração e com alto poder nutritivo.


Outros:

- Dmae Peel, Botox Peel, Easy Peel, Glicohialurônico.

São crescimentos benignos (não malignos) causados pela infecção viral da camada mais superficial da pele ou membranas mucosas. Os vírus causadores de verrugas pertencem à família chamada papiloma vírus humano (HPV). O aspecto da verruga varia conforme o local em que o problema aparece. As verrugas são usualmente cor da pele e ásperas ao toque, mas podem também ser escuras, planas e macias.

São vários os tipos de verrugas:

• vulgares: nascem em volta das unhas, dedos e dorso das mãos;
• plantares: surgem normalmente na sola dos pés.
• planas: menores e mais macias que as demais, crescem em grande número (de 20 a 100 de uma vez).
• genitais: também conhecidas como condilomas, tornaram-se problema de saúde pública para a população mundial. Tendem a ser pequenas e planas, mas também podem ser exuberantes. Podem ocorrer na vagina, genitália, colo do útero e ao redor do ânus. Pode haver relação entre verruga genital e câncer na mesma área acometida. É importante usar preservativo para prevenir a transmissão.


Como é a transmissão?

Diretamente de pessoa para pessoa, mas pode haver também transmissão indireta. A partir do contágio até o desenvolvimento da verruga, quando ela pode ser observada a olho nu, decorrem alguns meses. As verrugas genitais são mais contagiosas do que os outros tipos. Existem pessoas mais propensas do que outras a contrair verrugas, sobretudo se a pele for sujeita a traumas recorrentes, como roer unhas e ferimentos em cutículas.


Tratamento

Nas crianças em geral desaparecem espontaneamente, sem necessidade de tratamento. Nos adultos, não somem tão facilmente. Como existe relação entre verrugas genitais e câncer, os adultos precisam submeter-se a tratamentos rigorosos.

Para curá-las podem ser usadas loções tópicas, à base de ácido salicílico, além de aplicações de lasers, crioterapia (congelamento, feito em consultório), eletrocirurgia (queima com bisturi elétrico), injeções de substâncias, entre outras.